09 de Dezembro de 2021 -
 
20/10/2021 - 14h30
Tabletes de cocaína ficaram espalhados no local com a queda do helicóptero
Acidente ocorreu nesta quarta-feira a 50 km da sede da Fazenda Jotabasso, em Ponta Porã
Por Helio de Freitas, de Dourados
Campograndenews/Agoranews
Tabletes de drogas espalhados em área onde helicóptero
caiu, em Ponta Porã (Foto: Divulgação)

Tabletes de cocaína ficaram espalhados em volta do helicóptero Robinson 66 que caiu nesta quarta-feira (20) em fazenda no município de Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande. Duas pessoas ainda não identificadas morreram carbonizadas.

Policiais militares do Batalhão de Choque, guardas municipais de Ponta Porã e peritos da Polícia Civil estão no local da queda, a 50 km da sede da Fazenda Jotabasso. A empresa divulgou comunicado para informar que não tem nenhuma relação com a aeronave (leia abaixo).

Equipes do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) também estão se deslocando para o local, segundo informou ao Campo Grande News a diretora do órgão, a delegada Ana Cláudia Medina.

Segundo policiais da fronteira, a possibilidade é que o helicóptero tenha levantado voo do território paraguaio transportando cocaína trazida da Bolívia ou do Peru. O destino seriam grandes cidades brasileiras. A fronteira entre o Paraguai e Mato Grosso do Sul se tornou a principal rota da droga produzida em países andinos.

Jotabasso – Em “comunicado urgente” divulgado no início desta tarde, a empresa Jotabasso informou não possuir qualquer relação com o helicóptero que caiu na fazenda. “Desta forma, a Jotabasso solicita que sejam removidas as menções de seu nome nas reportagens sobre a queda do helicóptero”.

A empresa esclarece que “honestidade, respeito ao próximo e transparência” fazem parte de suas ações diárias e, por conta disso pediu “esclarecimento imediato aos leitores”, para evitar equívocos e interpretações errôneas sobre a queda do helicóptero.

“Também é importante destacar que as atividades da Jotabasso estão concentradas na produção e comercialização de sementes de soja, sorgo, milho, trigo e aveia, não tendo qualquer relação com atividades ilegais”, afirma nota enviada pela assessoria da empresa

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