20 de Setembro de 2020 -
 
12/02/2020 - 20h10
Touro que invadiu avenida na madrugada feriu duas pessoas,. animal pode ser doado
Proprietário do animal deve procurar o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses)
Adriano Fernandes e Rosana Siqueira
Campograndenews/Agoranews
Militares tentando imobilizar o touro. (Foto: Henrique
Kawaminami).

Uma ocorrência inusitada mobilizou equipes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros nas primeiras horas desta quarta-feira (12), em Campo Grande. Descontrolado, um touro foi parar no cruzamento da Avenida Gury Marques com Guaicurus, no bairro Universitário, e atacou duas pessoas

O tenente José Raimundo dos Santos Neto, do Corpo de Bombeiros, contou que o animal estava na região desde a meia-noite. Por volta das 1h, uma equipe do Corpo de Bombeiros conseguiu imobilizar o touro, que foi amarrado em uma árvore até que o dono fosse localizado.

Segundo o tenente, uma pessoa ainda não identificada passou pelo trecho e cortou a corda que amarrava o animal. Novamente solto na avenida, ele acabou atacando uma motociclista. Ela foi socorrida com Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Universitário.

Por volta das 7h, o Corpo de Bombeiros conseguiu imobilizar novamente o animal, que teve as patas amarradas. O CCZ (Centro De Controle De Zoonoses) foi acionado para fazer o transporte do touro. O dono ainda não foi localizado.

Pode ser doado

O dono do touro descontrolado que provocou grande confusão em Campo Grande, após parar no cruzamento da Avenida Gury Marques com Guaicurus, no bairro Universitário, e atacar duas pessoas, ainda não foi encontrado. As informações são do delegado Andre Luiz de Mendonça 4ª DP do Bairro Moreninhas. Segundo Mendonça, o proprietário do animal ainda não foi encontrado, mas está sendo procurado pelos investigadores.

Ele destaca que quando for localizado, ele vai responder por omissão de cautela na guarda animal. “O próximo passo é encontrar e ouvir o que o dono tem a dizer”, enfatizou o delegado que acredita que pelo valor do animal, dificilmente a pessoa teria deixado uma cerca aberta para que ele escapasse. “É um animal caro então o mais provável é que tenha fugido”, destacou. O caso ficou registrado como omissão de cautela. “Não achamos que proprietário vai responder por lesão corporal, mas apenas por omissão de cautela”, avaliou.

 

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