Com discurso de candidato, Ratinho Jr. é aplaudido por empresários - AgoraNews.com.br
 
 
 
03 de Fevereiro de 2026 -
 
29/01/2026 - 21h09
Com discurso de candidato, Ratinho Jr. é aplaudido por empresários
Governador defendeu viabilidade de nome fora da polarização entre Lula e Bolsonaro ser competitivo nas eleições deste ano
Danilo Moliterno, da CNN Brasil, em São Paulo
CNNBrasil

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), participou nesta quinta-feira (29/01) de evento que reuniu empresários e investidores na capital paulista — em uma apresentação informal à Faria Lima de sua pré-candidatura na corrida pelo Palácio do Planalto.

Em meio a operadores reticentes sobre a possibilidade de um nome fora da polarização entre o presidente Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser competitivo, Ratinho Júnior defendeu a viabilidade de uma candidatura "moderada" e foi aplaudido pelos presentes.

"Acredito que no momento adequado em que alguém apresentar uma agenda de transformação do Brasil, de forma moderada que traga paz e união, eu acho que tem muita chance de vencer essa polarização [...] Ninguém mais quer discutir nome. O Brasil precisa de projeto de desenvolvimento", disse.

Um dos pré-candidatos pelo PSD, ele ainda citou sondagens que mostram que os "polos" concentram cada um 20% do eleitorado. Assim, defendeu Ratinho Junior, haveria espaço para uma candidatura alternativa avançar entre 60% do eleitorado.

No tradicional prédio da baleia da Faria Lima, Ratinho também falou sobre economia, com investidores atentos a sinais sobre uma agenda de reformas econômicas. O governador defendeu equilíbrio fiscal e que o Brasil abrace suas "vocações" — por exemplo na produção de alimentos.

A segurança pública, um dos temas que mais preocupa o eleitor no Brasil segundo pesquisas, também esteve na pauta. Nesta frente, Ratinho Junior afirmou que, caso eleito, enviará ao Congresso Nacional um texto que permitiria aos estados legislar endurecer penas a determinados crimes.

"Eu encaminharia para o Congresso uma emenda: para crimes contra a vida e alguns outros, os estados podem legislar e executar normas penais. Mas não pode abrandar [a lei nacional], precisa ser mais severa".

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